Uma solução para a indisciplina…

Já sabemos que o SE Valter Lemos não gosta muito de “coisas importadas”…

No entanto aqui fica uma sugestão para a remodelação do serviço Escola Segura.

Nota: Como é evidente, isto é apenas ficção.

Dúvida (im)pertinente

Será que o presidente da CONFAP, o senhor Albino Almeida, no meio de tanta azáfama mediática e bajulações ao (des)governo, tem tempo para acompanhar o percurso escolar da sua descendência?…

Posso estar muito enganado, mas o principal papel dos pais e dos encarregados de educação é precisamente esse: acompanhar e, e se possível apoiar, o crescimento (a todos os níveis) dos seus filhos.

Avaliação, avaliação, avaliação…

(E neste momento nem estou a falar da nossa…)

Até quando vai durar esta obsessão por resultados, estatísticas e outras politiquices de m*r*a?

Qual é a verdadeira importância de ter 19, 20 ou 21 se o que aprendem hoje vão ignorar amanhã?

Para que servem as notas se só estão na escola para não dar trabalho aos progenitores?

Para quê estudar, memorizar, compreender, pensar, se os computadores fazem tudo?

Para quê educar na escola para serem deseducados em casa?

Para quê o esforço se ninguém o valoriza?…

Sim, estou zangado.

Sim, estou triste.

Não, não compreendo…

Não fazem nada!

“Não fazem nada!”

– dizem alguns…

“Não fazem nada!”

– pensam muitos…

“Três quartos de hora com as crianças e passam o resto do dia a não fazer nada!”

– acrescentam uns quantos…

Para a maior parte das pessoas, um Professor é apenas Professor quando tem diante de si uma turma… se ao menos parassem para pensar, compreender, saber… todas as ocasiões em que um Professor é Professor…

É Professor quando prepara todo o material que vai apresentar nas suas aulas, transformando horas de pesquisa, planificação, estudo (sim, estudo!) em alguns minutos de aula, reciclando, refazendo, reestruturando, reinventando o que servia para uns mas não para outros de forma a que todos sejam tratados de forma imparcial e justa;
É Professor quando se afasta da família, dos amigos e das suas raízes só para ter a oportunidade de seguir a sua vocação;
É Professor quando tira dinheiro do próprio bolso de forma a compensar a falta de recursos da Escola; Quando os livros que compra não são companhia de cabeceira; Quando os filmes que adquire são em função de um determinado conteúdo – “Os miúdos vão gostar” – pensa ingenuamente;
É Professor quando não consegue dormir, preocupado com os problemas das suas turmas e dos seus alunos;
É Professor quando passa horas infindáveis em burocracias inúteis e quase sempre redundantes;
É Professor quando faz as vezes de Pai, Mãe, Amigo, Irmão mais velho;
É Professor quando passa mais tempo com filhos de estranhos que com os seus próprios filhos;
É Professor quando um governo “economiqueiro” o culpa por todos os males do orçamento;
É Professor quando é insultado frontal ou veladamente, tanto na rua, como nos blogs, como até por “amigos” e familiares;
É Professor por tudo isso e muito mais…
É Professor 24 horas por dia. Não é a distância (física) da Escola que termina a sua função, o seu trabalho, o seu empenho.

Eu sou Professor.
E tu? O que és?

Hehehe…

Aliviem o stress à vontade mas não batam no coelhinho…

(no WordPress não funciona)

(ao que parece já não funciona mesmo, mas, de qualquer forma pode tentar aqui)

Como é?!

24 Horas 10/10/2007

O sindicato ‘visitado’ por polícias à paisana que lá foram pedir respeitinho pela figura do primeiro-ministro é presidido por uma antiga colega de escola de… José Sócrates. Dulce Pinheiro, 47 anos, não se deixou intimidar e ontem foi vaiar o líder do Governo à porta da Escola Secundária Frei Heitor Pinto, na Covilhã, cujo recreio os dois partilharam já lá vão três décadas. (…)
Na altura, Sócrates chegou a ser conhecido como o filhinho do senhor professor, já que o pai, Pinto de Sousa, dava aulas de Desenho – foi mesmo docente de Dulce. “Era uma pessoa com poucos amigos, não tinha perfil de líder”, adianta a presidente do SPRC. (…)

Filho de um professor? A agir desta maneira?

ESTE PAÍS É GOVERNADO POR UM DEGENERADO!

Não sei mesmo quem insulta quem

De certeza que esta alminha, na sua infância, já roubava o dinheiro do lanche aos seus coleguinhas… Depois ia a chorar para casa:

“Ó mãe, os meninos bateram-me!”